Já parou pra pensar que o que você vê, não é o mesmo que eu vejo?
É tudo uma questão de ângulo, a partir da linha de raciocínio, de que, dois corpos não ocupam o mesmo lugar, parei pra ficar pensando, que realmente a verdade pode ser muito além de relativa, independendo da boca que a conta, juntamente com os olhos de que a vê. Acredito que seja daí, que temos as milhares de interpretações de casos, acidentes, acontecimentos e por ai vai, o que, por sua vez, gera contar várias vezes as mesmas histórias diferentes.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Um conto antigo
Escrevi quando eu era mais novo, tinha meus 12 anos talvez, era engraçado. Passava na tv um programa chamado clube do terror, era estreia, e resolvemos formar um. Essa foi minha melhor história na época... Não me lembro detalhadamente como era, mas tentei recriar o que eu tinha escrito na época.
Entregador
A poucos anos, havia me mudado pra uma cidade onde havia um estranho entregador de nome joão, com uma estranha mania, ele jamais fazia entrega as sextas feiras, de maneira nenhuma, preferia perder a mercadoria, não fazia!
Eu acabara de me tornar entregador também, no meu auge, saia pra fazer entregas, muitas entregas no dia, não me cansava facil, era jovem.
Ao pergutar uma vez pra joão o porquê de nãofazer entregas as sextas feiras, ele só sorria e falava que era besteira dele, geralmente ele cobria suas sextas feiras trabalhando até aos domingos, isso me intrigava.
Fui ganhando confiança na empresa e já podia pegar o carro sozinho para realizar as entregas. Já era tarde,proximo do cair da noite, o sol se escondia por tras das casas mais altas do meu bairro, queria adiantar o meu lado, e enchi a caminhonete com mercadorias.
Já estava na minha ultima entrega e o sol, emitia seus ultimos raios, ainda permanecendo dia, ao chegar no local da entrega:
- Como? Numa Sexta-feira?! E a ESSA hora?!
- você não sabe o perigo que está correndo rapaz, vai pra casa.
Ele assinou e entrou, e eu fiquei sem palavras, pra mim nada fez sentido, além do joão, mais pessoas tinham medo de sextas-feiras? Que besteira! Ri, enquanto me dirigia pra caminhonete.
Estava numa estrandinha de terra, o sol já havia se posto completamente, já não se via muita coisa naquela estrada, não havia postes de iluminação, foi quando de repente senti algo estranho, como um calafrio, não sei por que, reduzi uma marcha e andei mais atento a estrada, foi quando uma criatura preta atravessou a frente da minha caminhonete, e notei que sua feição era horrivel e pelos por todo corpo, estava com o farol alto ligado e pude ver que não identifiquei de que animal se tratava, foi tudo tão rápido, ele deu um golpe e estapeou meu parablisa, e foi nessa hora que pude perceber que ele não tinha patas, e sim mãos, com garras, peludas, mas humanas.
Tentei acelerar fundo, mas a buraqueirada estrada não permitia grandes avanços,estava com os vidros fechados(ainda bem que naquele anoitecer fazia frio), e como se desistisse de sua presa, o estranho animal parou de acompanha minha caminhonete, atravessou a estrada e sumiu no mato fechado, seguido por um monte de cachorros que uivavam e gruinhiam.
Ao voltar para a empresa, larguei o emprego, voltei pra capital, João esboçou um leve sorriso pra mim.
Não queria mais voltar pra lá, não queria mais saber de Lobinopolis.
eu gostava, e ainda gosto muito desse conto.
Entregador
A poucos anos, havia me mudado pra uma cidade onde havia um estranho entregador de nome joão, com uma estranha mania, ele jamais fazia entrega as sextas feiras, de maneira nenhuma, preferia perder a mercadoria, não fazia!
Eu acabara de me tornar entregador também, no meu auge, saia pra fazer entregas, muitas entregas no dia, não me cansava facil, era jovem.
Ao pergutar uma vez pra joão o porquê de nãofazer entregas as sextas feiras, ele só sorria e falava que era besteira dele, geralmente ele cobria suas sextas feiras trabalhando até aos domingos, isso me intrigava.
Fui ganhando confiança na empresa e já podia pegar o carro sozinho para realizar as entregas. Já era tarde,proximo do cair da noite, o sol se escondia por tras das casas mais altas do meu bairro, queria adiantar o meu lado, e enchi a caminhonete com mercadorias.
Já estava na minha ultima entrega e o sol, emitia seus ultimos raios, ainda permanecendo dia, ao chegar no local da entrega:
- Como? Numa Sexta-feira?! E a ESSA hora?!
- você não sabe o perigo que está correndo rapaz, vai pra casa.
Ele assinou e entrou, e eu fiquei sem palavras, pra mim nada fez sentido, além do joão, mais pessoas tinham medo de sextas-feiras? Que besteira! Ri, enquanto me dirigia pra caminhonete.
Estava numa estrandinha de terra, o sol já havia se posto completamente, já não se via muita coisa naquela estrada, não havia postes de iluminação, foi quando de repente senti algo estranho, como um calafrio, não sei por que, reduzi uma marcha e andei mais atento a estrada, foi quando uma criatura preta atravessou a frente da minha caminhonete, e notei que sua feição era horrivel e pelos por todo corpo, estava com o farol alto ligado e pude ver que não identifiquei de que animal se tratava, foi tudo tão rápido, ele deu um golpe e estapeou meu parablisa, e foi nessa hora que pude perceber que ele não tinha patas, e sim mãos, com garras, peludas, mas humanas.
Tentei acelerar fundo, mas a buraqueirada estrada não permitia grandes avanços,estava com os vidros fechados(ainda bem que naquele anoitecer fazia frio), e como se desistisse de sua presa, o estranho animal parou de acompanha minha caminhonete, atravessou a estrada e sumiu no mato fechado, seguido por um monte de cachorros que uivavam e gruinhiam.
Ao voltar para a empresa, larguei o emprego, voltei pra capital, João esboçou um leve sorriso pra mim.
Não queria mais voltar pra lá, não queria mais saber de Lobinopolis.
eu gostava, e ainda gosto muito desse conto.
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